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Tipos de pontes: conheça cada um e as diferenças

Você sabia que tipos de pontes podem variar de acordo com a aplicação e o processo de execução? Conheça agora os principais tipos e suas diferenças!

Primeiramente, já falamos como os produtos e serviços da construção civil podem ser complexos, com variações e detalhes de fabricação e aplicação. É também o que ocorre quando falamos em tipos de pontes.

Por isso, a Autem Engenharia traz um conteúdo completo sobre uma de nossas especialidades, também chamados de obras de arte em concreto: saiba tudo sobre tipos de pontes agora!

O que são pontes?

Antes de conhecermos os tipos de pontes, suas diferenças e aplicações, é muito importante entendermos: o que são pontes?

De acordo com registros históricos, as primeiras pontes surgiram de forma natural, pela queda de troncos de árvores. A construção mais antiga, feita de pedra, em arcos, que chegou aos dias atuais, é do século IX a.C.

Atualmente consideradas obras de arte em concreto, as pontes são destinadas à transposição de um obstáculo para estabelecer a continuidade de uma via, seja ela em uma ferrovia, rodovia ou para a passagem de pedestres.

Já entre esses obstáculos, podemos considerar rios, córregos, vales, braços de mar, entre outros. Quando a barreira a ser transposta não tiver água, a ponte é chamada de viaduto, mas isso será explicado melhor a seguir!

Quais são os tipos de pontes?

Agora que já entendemos alguns detalhes sobre o que são pontes, sua origem e aplicação em nosso dia a dia, chegou o momento de conhecer os principais tipos de pontes. Confira!

  1. Tipos de pontes ferroviárias 

Uma das principais categorias entre os tipos de pontes são as ferroviárias, em especial para o tráfego de comboios. Primeiramente, precisamos entender algumas etapas:

  • o peso do trem é descarregado sobre os trilhos;
  • os trilhos se apóiam sobre os dormentes;
  • os dormentes distribuem o peso do trem sobre a camada de pedra britada;
  • a camada de pedra britada se apóia sobre o terreno;
  • o peso do trem é bastante “espalhado” até chegar ao terreno natural.

Dito isso, entre os processos da ponte ferroviária está o piso, que é feito com uma laje de concreto sobre a qual se assentam o lastro de pedra, os dormentes (também de concreto) e os trilhos.

Além disso, segundo especialistas, as treliças de aço são excelentes para pontes ferroviárias com vão médios. Em geral, essas pontes não têm vãos muito grandes, pois as cargas dos trens são muito pesadas.

Já entre os modelos mais comuns e simples entre os tipos de pontes ferroviárias, está a ponte em viga reta, com vãos feitos em até 50m e vigas em concreto armado ou em concreto protendido. 

  1. Pontes rodoviárias 

A ponte rodoviária, também considerada um dos principais tipos de pontes, é uma importante estrutura rodoviária projetada para passar por cima ou por baixo de obstáculos, como um corpo d’água ou outras vias de tráfego.

Diferente dos viadutos, com os quais são muito confundidas, as pontes rodoviárias não devem ser usadas por pedestres, não contendo na maioria das vezes caminhos para esse tipo de travessia. Ou seja, destinam-se à veículos, como automóveis de passageiros ou semi-caminhões.

Em alguns casos, nas pontes rodoviárias fazem-se rampas fortes dos dois lados, vencendo a altura exigida para o canal navegável, desde que atenda as inclinações máximas de projeto conforme normas vigentes. Não há, nesse caso, necessidade de vão elevadiço, como é o caso das pontes ferroviárias, citadas anteriormente.

Por fim, traçando outro paralelo com o tópico anterior, existem como tipos de pontes as pontes mistas, rodo-ferroviárias. No andar de baixo passa a ferrovia e no andar de cima a rodovia, em que a treliça serve de suporte para ambas ao mesmo tempo.

  1. Tipos de pontes pedonais 

Você com certeza já ouviu falar em um desses tipos de pontes, mas talvez não se familiarizou com a nomenclatura! Pontes pedonais são projetadas exclusivamente para o tráfego de pessoas, e também podem ser chamadas de passarelas.

Dessa forma, podemos dizer que as pontes pedonais (ou peatonais) são projetadas para o tráfego pedonal, ou seja, a passagem de pedestres ou áreas de peões. Mas, em certos casos, também pode ser utilizada por ciclistas ou para tráfego animal, por exemplo.

Esses tipos de pontes, ou passarelas, são importantes tanto na área urbana quanto rural, auxiliando na travessia em ruas, estradas, rodovias, ferrovias, rios, córregos, entre outros ambientes de difícil transposição.

Por fim, para oferecer total segurança ao longo das travessias, as pontes pedonais, geralmente, são construídas em concreto e cimento, ligas metálicas em grades ou até mesmo de madeira.

  1. Pontes oleodutos 
  2. Como o último entre os nossos tipos de pontes aqui detalhados, apresentamos as pontes oleodutos. Constituídas por tubos, elas são responsáveis pelo transporte de água ou substâncias químicas por longas distâncias.

Ou seja, uma ponte oleoduto pode passar sobre um rio ou outro obstáculo. As pontes de dutos para líquidos e gases , via de regra, só são construídas quando não é possível executar o duto em uma ponte convencional ou sob o rio.

No entanto, como é mais comum executar tubulações para sistemas de aquecimento centralizado no alto, para esta aplicação, mesmo pequenas pontes de tubulações, são comuns.

Como normalmente há um fluxo constante em dutos, eles podem ser projetados como pontes suspensas. Por fim, uma ponte oleoduto pode ser equipada como uma pedonal, para fins de manutenção, mas, na maioria dos casos, não está aberta ao acesso do público por razões de segurança e proteção.

Fale com a Autem Engenharia!

Além de ser especializada em tipos de pontes, como foi possível conhecer alguns detalhes agora, a Autem Engenharia tem mais de 50 anos de trajetória e oferece muitos outros produtos e serviços.

Então, entre em contato conosco agora! Busque por nossos endereços e contatos ou solicite um orçamento. Ou acesse o botão ao lado, no canto direito da tela, e fale com um de nossos especialistas via WhatsApp.

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Galeria celular: o que é e quais as aplicações?

A galeria celular está entre um dos importantes itens de obras de infraestrutura. Neste conteúdo, a Autem Engenharia te fornece informações sobre o que é esse produto, suas vantagens e aplicações.

Em primeiro lugar, os produtos voltados à construção civil são muitos e, além de detalhes em sua fabricação, existem variações nas situações para as quais são indicados. E é exatamente o que acontece quando falamos em galeria celular! 

Por isso, estamos prontos para te apresentar um conteúdo com o máximo de informações possível. Confira, a seguir, tudo o que você precisa saber sobre galeria celular.

O que é galeria celular?

Com certeza devemos começar entendendo o que é uma galeria celular. De origem norueguesa e adotada mundialmente, inclusive pelo Brasil, desde então a peça vem se tornando recurso essencial na execução de determinados projetos.

Aliás, essas peças também podem ser chamadas de aduelas, tendo em sua fabricação o método pré-moldado, por meio de concreto armado e com encaixe tipo macho-fêmea (quando uma peça traz uma saliência, e a outra uma reentrância).

Além disso, a galeria celular está enquadrada na categoria de condutos rígidos, o que significa que as peças suportam cargas por sua própria resistência. Ela pode ser constituída por tubos de seções retangulares ou quadradas, de diversas dimensões. 

Apesar das variações, todas as peças são produzidas dentro de um rígido padrão de qualidade, seguindo todas as recomendações da ABNT NBR 15.396/2006.

Quais as aplicações da galeria celular?

Entre as aplicações da galeria celular de concreto, podemos destacar que sua base interna plana permite passagem ideal para gado, tratores e veículos, sendo ideais para pontes, passagens e túneis.

Em seguida, as galerias ainda possibilitam a vazão de grandes volumes de água e, por isso, também são indicadas para:

  • Galerias de águas pluviais;
  • Esgoto;
  • Condutores subterrâneos;
  • Canalização de córregos;
  • Galerias técnicas.

De fácil produção e manuseio, a galeria celular, além de resistência e capacidade de absorção de água, tem como características a abrasão e a alta resistência a agentes químicos.

Portanto, isso confere a esse tipo de peça uma expectativa de vida útil bastante elevada, entre 50 e 100 anos.

Vantagens da galeria celular

A aplicação da galeria celular em um projeto ainda pode trazer muitas vantagens! A primeira delas está na maior flexibilidade e rapidez na fabricação das peças, gerando economia de tempo e menor custo de obra.

Outro importante fator é a possibilidade de compor tubulações: contando com várias galerias instaladas lado a lado, temos como resultado uma configuração de estrutura rápida e econômica para a execução, por exemplo, de pontilhões rodoviários.

Por fim, uma galeria celular pré-fabricada também oferece outros benefícios, como a vazão superior em comparação ao tubo de mesma largura, possibilitando grande estoque.

Onde encontrar galeria celular?

Assim como a própria galeria celular é aplicada em grandes projetos, a atenção à origem  e fabricação dessas peças, sem dúvidas, deve estar na mesma proporção.

Dessa forma, você pode encontrar galerias celulares produzidas com a máxima qualidade pela Autem Engenharia!

Além da garantia do orgulho em ser genuinamente brasileira, nossa empresa tem mais de 50 anos de trabalho no ramo da infraestrutura, e sabemos do nosso compromisso com o desenvolvimento e melhora na qualidade de vida das pessoas.

Por isso, conte com a Autem para encontrar a melhor galeria celular e outros artefatos de concreto que podem ser essenciais para a execução do seu projeto. A seguir, saiba mais sobre nossa empresa!

Fale com a Autem Engenharia!

Você sabia que em uma trajetória de mais de meio século, a Autem Engenharia oferece muitos outros produtos e serviços em seu portfólio além da galeria celular?

Ainda entre nossos produtos, destacamos itens como a pedra abritada (que possui mais de 13 produtos e subprodutos) e o asfalto usinado, sempre com diversas possibilidades de tipos e orçamentos que se adequem ao seu projeto.

Também contamos com importantes serviços de terraplanagem, pavimentação, drenagens e, por fim, nossas obras de arte em concreto, que unem a trabalhabilidade do concreto aliada ao conhecimento técnico e criatividade dos profissionais: concretizamos obras que são verdadeiros monumentos!

Por fim, que tal entrar em contato conosco para uma conversa? Em nosso site, você encontra nossos endereços e contatos, onde também pode solicitar um orçamento. Se preferir, acesse o botão ao lado e fale conosco pelo WhatsApp.

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Guias de concreto pré-moldadas

Está em busca de uma empresa que seja especializada na fabricação de guias de concreto pré-moldadas? Sua procura acabou, você está no lugar certo. A Autem Engenharia é expert na fabricação desses produtos. Clique no botão do WhatsApp ao lado caso queira fazer um orçamento agora mesmo. 

O que são as guias de concreto pré-moldadas?

As guias de concreto pré-moldadas são artefatos de concreto que podem ser utilizados na construção de qualquer tipo de calçamento.

As guias padrão PMSP, também podem ser chamadas de meio-fio e tratam-se de artefatos pré-moldados em concreto simples, que são fabricadas de acordo com as medidas padronizadas pela PMSP e resistência de 20 MPa. Por isso, sempre que buscar por este produto, verifique se está falando com uma empresa especializada e que está seguindo todas as normas estabelecidas.

Para que servem as guias de concreto?

Estes produtos são fundamentais para o confinamento e contenção dos pavimentos intertravados em todo o seu perímetro Com isso, as guias de concreto pré-moldadas garantem que os blocos intertravados de concreto não se desloquem, impedindo que ocorra a abertura de suas juntas, provocando falhas no que estiver sendo produzido.

Onde utilizar e quais os tipos de guias de concreto pré-moldadas?

As guias de concreto pré-moldadas podem ser aplicadas em ruas internas de condomínios, loteamentos, estacionamentos, bem como em ruas, avenidas, estradas ou boca de lobo. Abaixo, explicamos um pouco dos tipos das guias.

Guias de concreto pré-moldadas para ruas e avenidas

Para serem utilizadas em ruas e avenidas, este produto é ideal para meio-fio, limitador físico de ciclovias, estacionamentos, fundamental para o confinamento e contenção dos pavimentos intertravados, pois são responsáveis por direcionar o fluxo da água na sarjeta até o local onde os pontos de escoamento e drenagem pluvial estão. 

Além disso, existem ainda aquelas guias chamadas de passeio, que são recomendadas para meio-fio de passeios, canteiros, jardins, ciclovias, estacionamentos e acessos a edifícios, isso porque têm cantos mais arredondados e são consideradas de fácil aplicação por possuírem padrões menores.

É exatamente por isso que o tráfego nessas guias precisa ser limitado.

Guias de concreto pré-moldadas para boca de lobo

Além das que explicamos acima, existem as guias ideias para serem utilizadas em boca de lobo. Este tipo tem a finalidade de servir como guia de calçada ao mesmo tempo que presta um acabamento à parte frontal da boca de lobo, com abertura central instaladas na lateral das vias públicas.

Isso existe para que haja o correto escoamento de água de chuva, de modo seguro e rápido para os bueiros e galerias de águas pluviais. 

Quando se opta pelo uso das guias de concreto pré-moldadas corretas para boca de lobo, os benefícios para os locais são inúmeros, como por exemplo:

  • Evita o alto fluxo de água no local;
  • Intercepta e não provoca enxurradas;
  • Drenagem de águas;
  • Conduz o fluxo de água para o local correto;
  • Demarcação de áreas;
  • Segurança, solidez e agilidade para quem habita ou transita pelo local;
  • Escoamento rápido das águas.

Por que comprar guias de concreto com a Sanen?

A Autem Engenharia produz guias de concreto pré-moldadas através de um corpo altamente treinado e capacitado de profissionais. A empresa atua com todos os protocolos de segurança, garantindo alta qualidade nos produtos.

Além do mais, o investimento em tecnologia é constante dentro da Autem e, por isso, o laboratório da empresa tem os mais modernos equipamentos, além de seguir, à risca, as normas da ABNT e todos as suas normas e requisitos, que

garantem produtos com alto padrão de qualidade e segurança, entregando um produto de confiança e claro, os resultados esperados ao cliente. 

Fale com a gente agora mesmo!

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Tipos de CBUQ: quais são e onde utilizar?

Quer entender, de uma vez por todas, quais são os tipos de CBUQ? Este conteúdo preparado pela Autem explica os detalhes sobre esse produto que possui tipos variados. 

Antes de explicar os tipos de CBUQ é importante falar do que se trata essa sigla, que nada mais é que Concreto Betuminoso Usinado a Quente, ou seja, uma mistura de vários agregados com tamanhos diferentes e cimento asfáltico. 

Importante entender ainda que os tipos de CBUQ são os revestimentos asfálticos mais usados no Brasil e são ideais tanto para as ruas das cidades, quanto para as estradas, justamente por serem compostos por agregados minerais que são facilmente encontrados, geralmente produzidos por britagem, material de enchimento e ligante betuminoso.

A granulometria desses agregados tem forte influência na divisão desses grupos de agregados e isso significa que essa mistura de agregados é apropriada para fazer a formação das camadas de ligação e a camada de revestimento asfáltico que é utilizada na pavimentação de uma via, por exemplo. 

Os tipos de CBUQ

Bom, quando se fala nos tipos de CBUQ, será levado em consideração a granulometria dos agregados e o tipo de ligante asfáltico, mas antes, para você que está empenhado neste texto, é importante ressaltar que em relação à classificação do concreto asfáltico, geralmente os materiais são usados para as duas camadas superiores no processo de pavimentação, de uma via.

Finalmente, vamos as classificações mais utilizadas de CBUQ que são: CBUQ Faixa D, Faixa C e Faixa B conforme normativas do DER-SP.

CBUQ Faixa D

Dando início à explicação sobre os tipos de CBUQ, vamos falar da Faixa D que é o mais utilizado no revestimento urbano por sua composição ser de agregados miúdos como pó de pedra e pedrisco possibilitando a sua utilização com uma espessura mais fina e, geralmente, é mais utilizada durante a pavimentação de estacionamentos, ruas, garagens residenciais e também de condomínios. 

CBUQ Faixa C

Dando sequência nas definições dos tipos de CBUQ, vamos falar sobre a Faixa C que nada mais é que um tipo de CBUQ que apresenta em sua granulometria além de pedrisco e pó de pedra, também possui um percentual de agregado graúdo que o tornam ideal para a aplicação em camada de rolamento de rodovias.

A camada de rolamento é a parte superior e externa do pavimento, que sofre a ação massiva do tráfego de automóveis e caminhões. 

Por esta razão, a mistura colocada nesse tipo de concreto betuminoso precisa ser resistente, estável e flexível, sendo, portanto, compatível com o funcionamento elástico da estrutura e apresentar ainda condições de rugosidade que proporcionem segurança no tráfego.

CBUQ Faixa B

Finalizando os tipos de CBUQ mais utilizados, outra classificação é a Faixa B, que também é conhecida por ‘binder’, utilizado para uma espessura mais grossa de pavimento no qual necessita de um reforço a camada de rolamento. Geralmente este CBUQ é utilizado como camada intermediária do pavimento em rodovias com grande tráfego. 

Essa camada apresenta agregados minerais com maior diâmetro de graduação, assim como uma maior porcentagem de vazios e menor presença de material de enchimento. Além disso, neste tipo de CBUQ iremos encontrar uma menor presença de ligante betuminoso.

O que mais eu preciso saber sobre os tipos de CBUQ?

Para finalizar este conteúdo sobre os tipos de CBUQ, é importante entender ainda que a pavimentação é formada por diversas camadas sobre postas sendo mais usualmente: sub-leito, ou seja, o terreno natural do local onde será realizada a rua ou estrada a ser pavimentada e, nesse local, pode ser necessário a utilização de outros materiais como reforço para melhorar o suporte do solo local; a sub-base que geralmente é formada por elementos granulares, podendo ou não ter um ligante.

A outra camada é a base, que é bem parecida com a sub-base, porém recebe as cargas das camadas de CBUQ e, com isso, distribui para a sub-base. Já a camada de ligação, tem por objetivo ligar o revestimento asfáltico com a base. 

Por fim, a camada de revestimento asfáltico que é colocada em contato direto com o tráfego, distribuindo a carga com as demais camadas.

Fale com uma empresa especializada no assunto

Quer entender melhor os tipos de CBUQ e busca uma empresa especializada neste assunto e na realização deste serviço? Fale agora mesmo com a Autem Engenharia que conta com experiência de atendimento a renomadas concessionárias de rodovias. Atualmente, a Autem conta com filiais em Ribeirão Preto, Araraquara, Jaboticabal e Jardinópolis, todas localizadas no interior de São Paulo. 

Preencha o formulário abaixo e fale com nosso time de especialistas. 

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Pavimentação asfáltica urbana

Está em busca de uma empresa especializada em pavimentação asfáltica urbana? VocÊ está no lugar certo. Na Autem Engenharia. 

São três os tipos de pavimentação quando o assunto é obras públicas. Flexível, semirrígido e rígido e vamos iniciar este conteúdo sobre pavimentação asfáltica urbana explicando cada um deles.

Pavimentação flexível

Este tipo de pavimento é caracterizado pela deformação elástica excessiva em todas as camadas do pavimento e, por isso, quando o pavimento flexível é submetido as cargas dinâmicas do tráfego, a estrutura se deformará de forma homogênea e o esforço será distribuído de uma maneira mais correta entre as camadas.

É importante entender que, geralmente, é natural que nos pavimentos asfálticos se tenha a seguinte estrutura: subleito, reforço do subleito, sub-base e base granulares e camada de revestimento e, quando se fala em custos, este tipo de pavimentação asfáltica urbana, normalmente possui custos de construção mais reduzidos em comparação aos outros tipos.

No entanto, a vida útil desta pavimento se mal dimensionada é menor e, por isso, a etapa de projeto e o planejamento adequado devem acontecer seguindo normas internacionais e rigorosos controles de qualidade e execução.

Quando falamos de pavimentação semirrígida, estamos nos referindo àquela que tem uma estrutura parecida com o a flexível, pois o revestimento também é asfáltico e o que vai diferenciar as duas é o tipo de base e sub-base que, neste caso, não são dos tipos granulares e sim do tipo estabilizadas.

Só para contextualizar, bases e sub-bases estabilizadas são aquelas tratadas quimicamente com algum tipo de ligante. Geralmente, os mais utilizados na engenharia rodoviária são cal e cimento.

Pavimentação Rígida

Chegamos, por fim, na pavimentação rígida que é caracterizada por ter sua camada de revestimento constituída por estruturas de concreto que podem ter suas placas armadas ou não. A estrutura, neste caso, é a seguinte: subleito, reforço de subleito, sub-base e camada de revestimento. Há casos em que se consegue até mesmo dispensar o uso de sub-bases e reforço de subleito. As sub-bases podem ser do tipo granular ou também estabilizada.

Conte sempre com empresas especializadas

Para que você tenha uma excelente pavimentação asfáltica urbana, é preciso contratar os serviços de uma empresa que tenha ampla experiência com este tipo de serviço. 

A Autem Engenharia é especializada em pavimentação asfáltica urbana, rodoviária e industrial e atua tanto em construções de estradas, pistas aeroportuárias, implantação de vias e pátios industriais, como em infraestrutura urbana. 

As centrais de asfalto, modernas e automatizadas, proporcionam produtos de extrema qualidade. Além disso, para que o serviço de pavimentação asfáltica urbana seja realizado da melhor forma possível, a empresa conta com estrutura composta de caminhões, carretas, veículos de apoio, máquinas motoniveladoras, carregadeiras, vibroacabadoras, fresadoras, compactadores de pneus e vibratórios. 

Para não ficar atrás da concorrência, a Autem está sempre atenta às constantes evoluções tecnológicas e, por isso, realizou grande investimento adquirindo modernos equipamentos e ampliando a capacidade de atuação. 

Faça negócio com a Autem para pavimentação asfáltica urbana

Chega de procurar empresa para realizar pavimentação asfáltica urbana. Solicite agora mesmo um orçamento com um de nossos especialistas. 

A Autem Engenharia possui corpo técnico com mais de 50 anos de trabalho no ramo da infraestrutura, sempre investindo em obras fundamentais para o desenvolvimento das regiões em que atua visando a melhoria da qualidade de vida da população. 

Todo o trabalho de pavimentação asfáltica urbana desenvolvido pela empresa possui rigoroso planejamento e todos os profissionais envolvidos trabalham com disciplina, seguindo à risca, todas as normas de segurança vigentes. Por isso, a Autem consolidou sua presença no mercado.

Fale com a gente agora mesmo clicando no botão do WhatsApp ao lado. Estamos esperando por você.

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Diferença entre pontes e viadutos

Você sabe qual é a diferença entre pontes e viadutos? É bem difícil compreender a distinção dessas duas construções porque realmente elas são bem parecidas.

No entanto, viaduto e ponte não são a mesma coisa e neste conteúdo você vai entender o porquê.

Os viadutos são estruturas rodoviárias que são construídas de forma elevada do solo e são projetados para cruzar pistas em níveis diferentes e auxiliar o fluxo do transito.

O viaduto é composto, geralmente, por um trecho de travessia, normalmente plano e sempre tem rampas de acesso e precisa conter uma altura de pelo menos 4,5m.

Além da passagem dos carros é previsto, em determinados casos, a depender do projeto aprovado para se construir, um espaço para a passagem de pedestres e ciclistas.

Agora, quando se fala de pontes, essas construções são responsáveis por interligar, ao mesmo nível, pontos não acessíveis e que são separados por rios, por exemplo.

Para resumir e entender a diferença entre pontes e viadutos, uma ponte, por exemplo, é construída sob um rio, quando o mesmo está no meio de duas cidades, ou até da mesma, impedindo o tráfego. Mas, tudo no mesmo plano, sem elevações, o contrário do viaduto.

Há outros aspectos para saber a diferença entre pontes e viadutos?

São muitos os aspectos responsáveis por diferenciar esses dois tipos de construção.

A ponte, como foi explicado anteriormente, é uma estrutura construída unicamente para atravessar obstáculos físicos. Os viadutos são formatados por pontes interconectadas em uma série de pequenas extensões múltiplas.

O curioso dos viadutos, é que eles podem ser construídos ​​em terra ou sobre os corpos d’água para facilitar o cruzamento entre as pessoas.

Quando os viadutos são construídos em terra, geralmente são feitos ​​em áreas conectadas e também que sejam da mesma altura. Além disso, por terra eles também são usados ​​para abrir caminhos para trens.

Agora, quando os viadutos são construídos sobre a água, normalmente são fundidos com outros túneis ou até mesmo algumas pontes que o ajudam a navegar pelos corpos de água.

Tipos de pontes

Agora que já se explicou a diferença entre pontes e viadutos, é importante apesentar que no caso das construções de pontes, elas não são projetadas de uma única maneira e possuem várias classificações, são elas:

  • pontes ferroviárias, para o tráfego de comboios;
  • pontes rodoviárias, para o tráfego de automóveis, essas inclusive são as que mais se confundem com os viadutos nas áreas urbanas;
  • pontes pedonais, utilizadas exclusivamente por peões e também chamadas de ‘passarelas’;
  • pontes oleodutos, que servem para o transporte de produtos químicos ou de água.

 

Pontes e viadutos são consideradas obras de arte em concreto

Você sabia que apesar de existir diferença entre pontes e viadutos, essas duas construções são consideradas obras de arte em concreto?

Pois é, podem ser consideradas obras de arte em concreto: viadutos, pontes e túneis. Essas obras são classificadas como arte dentro do âmbito da engenharia civil e precisa contar com profissionais capacitados para serem idealizadas.

Exemplo de uma ponte considerada obra de arte é a Rio-Niterói, localizada na baía de Guanabara e é considerada a maior ponte de concreto protendido do Hemisfério Sul.

Essa construção tem 13,29 quilômetros de comprimento e 72 metros de altura no maior pilar. Sua inauguração foi em 1974, após seis anos de muito trabalho, com projeto idealizado por Mario Andreazza, ministro dos Transportes na época.

Em sua estrutura, existem mais de 2.150 km de cabos no seu interior, sendo que o vão central é o maior em viga reta contínua do mundo, com 300 metros de comprimento.

Exemplo de viaduto considerado obra de arte é o viaduto do Chá, em São Paulo, idealizado pelo francês Jules Martin em 1877. Foi construído com estrutura metálica e, com o passar do tempo, correu risco de queda e ao lado da antiga estrutura foi construído um novo viaduto, com estrutura de concreto, que é o existente até os dias de hoje.

Fale com uma empresa especializada

Conseguiu entender a diferença entre pontes e viadutos? Está em buscas de orçamentos para esses tipos de construções? Não perca mais tempo, fale com uma empresa que tenha uma equipe especializada e capacitada para esses tipos de engenharia. A Autem Engenharia tem seus alicerces plantados na experiência de mais de 50 anos de trabalho no ramo da infraestrutura. Preenchendo o formulário abaixo ou clicando no ícone do WhatsApp disponível ao lado, um de nossos especialistas estará à sua disposição e lhe proporcionará um orçamento compatível com o mercado, sempre frisando a garantia de qualidade do serviço.

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