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Tipos de CBUQ: quais são e onde utilizar?

Quer entender, de uma vez por todas, quais são os tipos de CBUQ? Este conteúdo preparado pela Autem explica os detalhes sobre esse produto que possui tipos variados. 

Antes de explicar os tipos de CBUQ é importante falar do que se trata essa sigla, que nada mais é que Concreto Betuminoso Usinado a Quente, ou seja, uma mistura de vários agregados com tamanhos diferentes e cimento asfáltico. 

Importante entender ainda que os tipos de CBUQ são os revestimentos asfálticos mais usados no Brasil e são ideais tanto para as ruas das cidades, quanto para as estradas, justamente por serem compostos por agregados minerais que são facilmente encontrados, geralmente produzidos por britagem, material de enchimento e ligante betuminoso.

A granulometria desses agregados tem forte influência na divisão desses grupos de agregados e isso significa que essa mistura de agregados é apropriada para fazer a formação das camadas de ligação e a camada de revestimento asfáltico que é utilizada na pavimentação de uma via, por exemplo. 

Os tipos de CBUQ

Bom, quando se fala nos tipos de CBUQ, será levado em consideração a granulometria dos agregados e o tipo de ligante asfáltico, mas antes, para você que está empenhado neste texto, é importante ressaltar que em relação à classificação do concreto asfáltico, geralmente os materiais são usados para as duas camadas superiores no processo de pavimentação, de uma via.

Finalmente, vamos as classificações mais utilizadas de CBUQ que são: CBUQ Faixa D, Faixa C e Faixa B conforme normativas do DER-SP.

CBUQ Faixa D

Dando início à explicação sobre os tipos de CBUQ, vamos falar da Faixa D que é o mais utilizado no revestimento urbano por sua composição ser de agregados miúdos como pó de pedra e pedrisco possibilitando a sua utilização com uma espessura mais fina e, geralmente, é mais utilizada durante a pavimentação de estacionamentos, ruas, garagens residenciais e também de condomínios. 

CBUQ Faixa C

Dando sequência nas definições dos tipos de CBUQ, vamos falar sobre a Faixa C que nada mais é que um tipo de CBUQ que apresenta em sua granulometria além de pedrisco e pó de pedra, também possui um percentual de agregado graúdo que o tornam ideal para a aplicação em camada de rolamento de rodovias.

A camada de rolamento é a parte superior e externa do pavimento, que sofre a ação massiva do tráfego de automóveis e caminhões. 

Por esta razão, a mistura colocada nesse tipo de concreto betuminoso precisa ser resistente, estável e flexível, sendo, portanto, compatível com o funcionamento elástico da estrutura e apresentar ainda condições de rugosidade que proporcionem segurança no tráfego.

CBUQ Faixa B

Finalizando os tipos de CBUQ mais utilizados, outra classificação é a Faixa B, que também é conhecida por ‘binder’, utilizado para uma espessura mais grossa de pavimento no qual necessita de um reforço a camada de rolamento. Geralmente este CBUQ é utilizado como camada intermediária do pavimento em rodovias com grande tráfego. 

Essa camada apresenta agregados minerais com maior diâmetro de graduação, assim como uma maior porcentagem de vazios e menor presença de material de enchimento. Além disso, neste tipo de CBUQ iremos encontrar uma menor presença de ligante betuminoso.

O que mais eu preciso saber sobre os tipos de CBUQ?

Para finalizar este conteúdo sobre os tipos de CBUQ, é importante entender ainda que a pavimentação é formada por diversas camadas sobre postas sendo mais usualmente: sub-leito, ou seja, o terreno natural do local onde será realizada a rua ou estrada a ser pavimentada e, nesse local, pode ser necessário a utilização de outros materiais como reforço para melhorar o suporte do solo local; a sub-base que geralmente é formada por elementos granulares, podendo ou não ter um ligante.

A outra camada é a base, que é bem parecida com a sub-base, porém recebe as cargas das camadas de CBUQ e, com isso, distribui para a sub-base. Já a camada de ligação, tem por objetivo ligar o revestimento asfáltico com a base. 

Por fim, a camada de revestimento asfáltico que é colocada em contato direto com o tráfego, distribuindo a carga com as demais camadas.

Fale com uma empresa especializada no assunto

Quer entender melhor os tipos de CBUQ e busca uma empresa especializada neste assunto e na realização deste serviço? Fale agora mesmo com a Autem Engenharia que conta com experiência de atendimento a renomadas concessionárias de rodovias. Atualmente, a Autem conta com filiais em Ribeirão Preto, Araraquara, Jaboticabal e Jardinópolis, todas localizadas no interior de São Paulo. 

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Pavimentação asfáltica urbana

Está em busca de uma empresa especializada em pavimentação asfáltica urbana? VocÊ está no lugar certo. Na Autem Engenharia. 

São três os tipos de pavimentação quando o assunto é obras públicas. Flexível, semirrígido e rígido e vamos iniciar este conteúdo sobre pavimentação asfáltica urbana explicando cada um deles.

Pavimentação flexível

Este tipo de pavimento é caracterizado pela deformação elástica excessiva em todas as camadas do pavimento e, por isso, quando o pavimento flexível é submetido as cargas dinâmicas do tráfego, a estrutura se deformará de forma homogênea e o esforço será distribuído de uma maneira mais correta entre as camadas.

É importante entender que, geralmente, é natural que nos pavimentos asfálticos se tenha a seguinte estrutura: subleito, reforço do subleito, sub-base e base granulares e camada de revestimento e, quando se fala em custos, este tipo de pavimentação asfáltica urbana, normalmente possui custos de construção mais reduzidos em comparação aos outros tipos.

No entanto, a vida útil desta pavimento se mal dimensionada é menor e, por isso, a etapa de projeto e o planejamento adequado devem acontecer seguindo normas internacionais e rigorosos controles de qualidade e execução.

Quando falamos de pavimentação semirrígida, estamos nos referindo àquela que tem uma estrutura parecida com o a flexível, pois o revestimento também é asfáltico e o que vai diferenciar as duas é o tipo de base e sub-base que, neste caso, não são dos tipos granulares e sim do tipo estabilizadas.

Só para contextualizar, bases e sub-bases estabilizadas são aquelas tratadas quimicamente com algum tipo de ligante. Geralmente, os mais utilizados na engenharia rodoviária são cal e cimento.

Pavimentação Rígida

Chegamos, por fim, na pavimentação rígida que é caracterizada por ter sua camada de revestimento constituída por estruturas de concreto que podem ter suas placas armadas ou não. A estrutura, neste caso, é a seguinte: subleito, reforço de subleito, sub-base e camada de revestimento. Há casos em que se consegue até mesmo dispensar o uso de sub-bases e reforço de subleito. As sub-bases podem ser do tipo granular ou também estabilizada.

Conte sempre com empresas especializadas

Para que você tenha uma excelente pavimentação asfáltica urbana, é preciso contratar os serviços de uma empresa que tenha ampla experiência com este tipo de serviço. 

A Autem Engenharia é especializada em pavimentação asfáltica urbana, rodoviária e industrial e atua tanto em construções de estradas, pistas aeroportuárias, implantação de vias e pátios industriais, como em infraestrutura urbana. 

As centrais de asfalto, modernas e automatizadas, proporcionam produtos de extrema qualidade. Além disso, para que o serviço de pavimentação asfáltica urbana seja realizado da melhor forma possível, a empresa conta com estrutura composta de caminhões, carretas, veículos de apoio, máquinas motoniveladoras, carregadeiras, vibroacabadoras, fresadoras, compactadores de pneus e vibratórios. 

Para não ficar atrás da concorrência, a Autem está sempre atenta às constantes evoluções tecnológicas e, por isso, realizou grande investimento adquirindo modernos equipamentos e ampliando a capacidade de atuação. 

Faça negócio com a Autem para pavimentação asfáltica urbana

Chega de procurar empresa para realizar pavimentação asfáltica urbana. Solicite agora mesmo um orçamento com um de nossos especialistas. 

A Autem Engenharia possui corpo técnico com mais de 50 anos de trabalho no ramo da infraestrutura, sempre investindo em obras fundamentais para o desenvolvimento das regiões em que atua visando a melhoria da qualidade de vida da população. 

Todo o trabalho de pavimentação asfáltica urbana desenvolvido pela empresa possui rigoroso planejamento e todos os profissionais envolvidos trabalham com disciplina, seguindo à risca, todas as normas de segurança vigentes. Por isso, a Autem consolidou sua presença no mercado.

Fale com a gente agora mesmo clicando no botão do WhatsApp ao lado. Estamos esperando por você.

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Diferença entre pontes e viadutos

Você sabe qual é a diferença entre pontes e viadutos? É bem difícil compreender a distinção dessas duas construções porque realmente elas são bem parecidas.

No entanto, viaduto e ponte não são a mesma coisa e neste conteúdo você vai entender o porquê.

Os viadutos são estruturas rodoviárias que são construídas de forma elevada do solo e são projetados para cruzar pistas em níveis diferentes e auxiliar o fluxo do transito.

O viaduto é composto, geralmente, por um trecho de travessia, normalmente plano e sempre tem rampas de acesso e precisa conter uma altura de pelo menos 4,5m.

Além da passagem dos carros é previsto, em determinados casos, a depender do projeto aprovado para se construir, um espaço para a passagem de pedestres e ciclistas.

Agora, quando se fala de pontes, essas construções são responsáveis por interligar, ao mesmo nível, pontos não acessíveis e que são separados por rios, por exemplo.

Para resumir e entender a diferença entre pontes e viadutos, uma ponte, por exemplo, é construída sob um rio, quando o mesmo está no meio de duas cidades, ou até da mesma, impedindo o tráfego. Mas, tudo no mesmo plano, sem elevações, o contrário do viaduto.

Há outros aspectos para saber a diferença entre pontes e viadutos?

São muitos os aspectos responsáveis por diferenciar esses dois tipos de construção.

A ponte, como foi explicado anteriormente, é uma estrutura construída unicamente para atravessar obstáculos físicos. Os viadutos são formatados por pontes interconectadas em uma série de pequenas extensões múltiplas.

O curioso dos viadutos, é que eles podem ser construídos ​​em terra ou sobre os corpos d’água para facilitar o cruzamento entre as pessoas.

Quando os viadutos são construídos em terra, geralmente são feitos ​​em áreas conectadas e também que sejam da mesma altura. Além disso, por terra eles também são usados ​​para abrir caminhos para trens.

Agora, quando os viadutos são construídos sobre a água, normalmente são fundidos com outros túneis ou até mesmo algumas pontes que o ajudam a navegar pelos corpos de água.

Tipos de pontes

Agora que já se explicou a diferença entre pontes e viadutos, é importante apesentar que no caso das construções de pontes, elas não são projetadas de uma única maneira e possuem várias classificações, são elas:

  • pontes ferroviárias, para o tráfego de comboios;
  • pontes rodoviárias, para o tráfego de automóveis, essas inclusive são as que mais se confundem com os viadutos nas áreas urbanas;
  • pontes pedonais, utilizadas exclusivamente por peões e também chamadas de ‘passarelas’;
  • pontes oleodutos, que servem para o transporte de produtos químicos ou de água.

 

Pontes e viadutos são consideradas obras de arte em concreto

Você sabia que apesar de existir diferença entre pontes e viadutos, essas duas construções são consideradas obras de arte em concreto?

Pois é, podem ser consideradas obras de arte em concreto: viadutos, pontes e túneis. Essas obras são classificadas como arte dentro do âmbito da engenharia civil e precisa contar com profissionais capacitados para serem idealizadas.

Exemplo de uma ponte considerada obra de arte é a Rio-Niterói, localizada na baía de Guanabara e é considerada a maior ponte de concreto protendido do Hemisfério Sul.

Essa construção tem 13,29 quilômetros de comprimento e 72 metros de altura no maior pilar. Sua inauguração foi em 1974, após seis anos de muito trabalho, com projeto idealizado por Mario Andreazza, ministro dos Transportes na época.

Em sua estrutura, existem mais de 2.150 km de cabos no seu interior, sendo que o vão central é o maior em viga reta contínua do mundo, com 300 metros de comprimento.

Exemplo de viaduto considerado obra de arte é o viaduto do Chá, em São Paulo, idealizado pelo francês Jules Martin em 1877. Foi construído com estrutura metálica e, com o passar do tempo, correu risco de queda e ao lado da antiga estrutura foi construído um novo viaduto, com estrutura de concreto, que é o existente até os dias de hoje.

Fale com uma empresa especializada

Conseguiu entender a diferença entre pontes e viadutos? Está em buscas de orçamentos para esses tipos de construções? Não perca mais tempo, fale com uma empresa que tenha uma equipe especializada e capacitada para esses tipos de engenharia. A Autem Engenharia tem seus alicerces plantados na experiência de mais de 50 anos de trabalho no ramo da infraestrutura. Preenchendo o formulário abaixo ou clicando no ícone do WhatsApp disponível ao lado, um de nossos especialistas estará à sua disposição e lhe proporcionará um orçamento compatível com o mercado, sempre frisando a garantia de qualidade do serviço.

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Reciclagens de bases de pavimento

A sua busca é por uma empresa de pavimentação que seja especializada em reciclagem de bases de pavimento? Então não perca mais tempo, o lugar certo é na Autem Engenharia.

A empresa é especializada em reciclagem de bases de pavimento e atua no mercado da infraestrutura há mais de 50 anos e tem a expertise e o corpo de funcionários ideal para realizar serviços de qualidade e segurança. 

O que é a reciclagem de bases de pavimento?

Quando se fala neste tipo de serviço, nada mais é que o processo de restauração de um pavimento executado no local em que ele se encontra. 

Para realizar essa reciclagem de bases de pavimento, a empresa precisa utilizar equipamentos apropriados para que seja feito o reaproveitamento total ou parcial do revestimento existente, normalmente com incorporação de parte ou toda base existente.

Para fazer este serviço, a empresa fará a adição de cimento, água e, quando necessário, haverá a incorporação de agregado, espalhamento e compactação da mistura resultante, obtendo, então, uma nova base do pavimento, que é chamada de reciclagem.

Quais são os equipamentos necessários para fazer uma reciclagem de bases de pavimento?

Antes de iniciar o serviço no local, a empresa especializada precisa avaliar com todo profissionalismo o que é preciso e necessário fazer no pavimento já existente à começar pela segurança dos trabalhadores e usuários da via. A partir desse estudo técnico, o engenheiro responsável pela obra saberá exatamente quais serão os equipamentos necessários durante o serviço de reciclagem.

No entanto, um dos equipamentos básicos para que a haja a execução da reciclagem de bases de pavimento é uma recicladora que precisa ter algumas características pré-determinadas como a largura mínima efetiva do tambor fresador de 2m. Esse equipamento também precisa conter diferentes velocidades de rotação e ferramentas de corte de fácil acesso e substituição.

Além do mais, ao usar esta máquina para realizar a reciclagem de bases de pavimento, é importante analisar se a mesma possui acessórios específicos para injeção e dosagem da água que será utilizada no processo.

Também são utilizados outros equipamentos durante este serviço como:

  • Distribuidor de agregados;
  • Distribuidor de aglomerante hidráulico;
  • Caminhão tanque para abastecimento de água;
  • Motoniveladora;
  • Rolo vibratório liso;
  • Rolo vibratório tipo pé de carneiro;
  • Rolo pneumático de pressão variável.

Leia também:  Fresagem de pavimentos

Reciclagem de bases de pavimento: como funciona

O processo de realização da reciclagem de bases de pavimento pode variar de uma empresa para outra, mas o conceito é o mesmo. 

Para iniciar essa operação de reciclagem, há a incorporação dos agregados, adição de cimento e água que ocorrem simultâneamente. Essa mistura, portanto, é processada no interior da recicladora e, em seguida, é espalhada e compactada.

O cimento, água e os agregados adicionados ao material reciclado devem ser previamente dosados em laboratório, por isso é importante contar com uma empresa que possua estrutura apropriada para a realização de todos os estudos e sondagens. 

O agregado adicional, o cimento ou outro aglomerante hidráulico devem ser espalhados na quantidade determinada, a fim de atender as porcentagens determinadas no projeto da mistura, com emprego de distribuidor de agregados e de aglomerante hidráulico. O espalhamento do cimento pode ser executado de forma manual, desde que se garanta a homogeneidade da taxa prevista em projeto.

A reciclagem de bases de pavimento deve ser executada na extensão e espessura de corte indicada no projeto, sempre com a orientação de um engenheiro civil responsável. Imediatamente após atuação da recicladora, atua a motoniveladora, de modo a conformar a camada reciclada aos perfis transversais e longitudinais de projeto, sem provocar segregação da mistura reciclada. Devem ser tomadas todas as precauções a fim de serem evitados os processos que levem a segregação da mistura reciclada. 

Reciclagem profunda de bases de pavimento

Ao buscar pelo serviço de reciclagem de bases de pavimento você pode se deparar com esse mesmo termo, só que com o reciclagem profunda no nome. O que isso quer dizer? 

A reciclagem profunda tem como finalidade a obtenção de uma camada de pavimento reciclada, a partir do aproveitamento dos materiais existentes, agregados virgens adicionais e materiais cimentantes. É um processo de reconstrução parcial de uma estrutura do pavimento, com a utilização dos materiais existentes. A operação compreende a desagregação do pavimento, a incorporação de novos materiais, se necessária, mistura e homogeneização simultâneas, compactação e acabamento, resultando numa nova camada na estrutura do pavimento. 

Por que escolher a Autem Engenharia?

Como mencionado no início do conteúdo, a Autem possui corpo técnico com mais de 50 anos de experiência nessa área de atuação e sempre trabalha com planejamento, disciplina e inovações, promovendo grandes transformações nos métodos construtivos tradicionais.

Além do mais, a Autem, ao longo de seu percurso, consolidou sua presença no mercado do interior paulista, acompanhando o desenvolvimento da infraestrutura industrial de cada localidade.

A Autem Engenharia também possui frota própria e garante segurança e bastante agilidade na entrega dos serviços, incluindo o serviço de reciclagem de bases de pavimento, isso porque dispõe, em todas as suas filiais de laboratórios homologados, calibrados e personalizados, totalmente equipados para que os estudos e soluções sejam os mais benéficos para a realização dos serviços. 

Preencha o formulário abaixo e fale com um de nossos especialistas, tire suas dúvidas e solicite seu orçamento para reciclagem de bases de pavimento. 

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Fresagem de pavimentos

Está em busca de uma empresa que tenha especialização em fresagem de pavimentos? Então o seu lugar certo é aqui na Autem!
São mais de 50 anos de experiência com trabalhos no ramo da infraestrutura e se a sua procura é por fresagem de pavimentos, a empresa ideal é a Autem Engenharia. Clique aqui agora mesmo e fale com um de nossos especialistas. 

O que é a fresagem de pavimentos?

Esse tipo de serviço nada mais é que uma técnica de desbaste da camada asfáltica que é utilizada para restauração e reabilitação de pavimentos.

Para explicar mais detalhadamente, esse tipo de serviço pode ser definido como um corte que pode acontecer em uma ou em mais camadas de um pavimento e a espessura desse corte precisa ser pré-determinada por um especialista que vai entender às necessidades do pavimento e estabelecer os detalhes. 

O especialista irá analisar e considerar o processo mecânico que será realizado a quente ou a frio, empregado como intervenção objetivando a restauração do pavimento.

Qual a importância de se fazer a fresagem de pavimento?

Esse tipo de serviço é fundamental para manter a estrutura asfáltica e, consequentemente, manter alguns quesitos importantes como a manutenção do greide original da estrada, a execução de remendos sem desnível, a correção ou alteração da inclinação da pista com relação aos dispositivos de drenagem superficial e a manutenção do nivelamento dos tampões de ferro.

A fresagem de pavimentos é ainda mais importante quando se trata de asfaltos em vias urbanas, onde algumas intercorrências podem acontecer com certa frequência. Além do mais, manter em dia esse tipo de serviço no asfalto faz com que se crie uma descontinuidade no processo de propagação de defeitos no pavimento, evitando que haja uma evolução dos mesmos problemas quando um novo revestimento asfáltico for colocado.

Existem vários tipos de fresagem de pavimento?

Sim. São três os tipos principais de fresagem de pavimentos: padrão, fina e a microfresagem. Abaixo seguem as explicações de cada um deles. 

Fresagem padrão

Esse tipo de fresagem de pavimentos é executada através do cilindro standard, com espaçamento lateral entre os dentes (bits) de corte que tem, aproximadamente, 15 milímetros. O uso deste equipamento tem por objetivo proporcionar a melhor ligação com a superfície remanescente do pavimento. 

Fresagem de pavimentos tipo fina

Neste outro tipo, a execução é a partir de um cilindro com espaçamento lateral entre os dentes de corte (bits). Se no padrão trata-se de 15 milímetros, neste caso estamos falando de 8mm.
Este equipamento é normalmente utilizado nos serviços de regularização do perfil longitudinal das pistas (IRI) e aplicação de microrrevestimento asfáltico, para uniformização do leito sem retalhos (IGG). 

Tipo microfresagem

Ese último tipo de fresagem de pavimentos é executado com cilindro que tem espaçamento lateral entre os dentes de 6 milímetros e, geralmente, é utilizada na correção do perfil longitudinal das pistas e também em correção de defeitos que são considerados superficiais e, com isso, é dispensável qualquer revestimento posterior. 

O que mais eu preciso saber sobre a fresagem de pavimentos?

Durante a fresagem de pavimentos deve-se manter a rega com água do pavimento, permitindo o resfriar dos dentes da fresa e isso também se faz necessário para que haja o controle da poeira. 

Todo o pavimento que for removido pode ser reciclado e isso é um grande ganho para o meio ambiente. Além do mais, é importante salientar que a medição do serviço de fresagem de pavimentos deve ser efetuada por metro cúbico e tudo isso deve ser acompanhando bem de perto por um engenheiro responsável, para que não ocorra erros de cálculo que possam provocar danos futuros e graves ao serviço. A alternativa a essa unidade é o metro quadrado, desde que esteja perfeitamente definido em projeto o trabalho a realizar.
A Autem possui os melhores profissionais e equipamentos para este tipo de serviço.

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Conservação rodoviária de rotina

Devido ao grande fluxo de veículos que, todos os dias, passam pelas rodovias, é necessário que constantemente, seja feita a conservação rodoviária de rotina.

Mas, o que engloba esse serviço? Qual o tempo certo para fazer? Quem pode executar esse tipo de serviço?

Neste conteúdo, a Autem Engenharia preparou algumas informações que você precisa saber sobre conservação rodoviária de rotina para tirar suas dúvidas.

O que pode ocorrer nesse tipo de conservação?

Quando se fala em conservação rodoviária de rotina, a empresa especializada neste tipo de serviço faz uma avaliação da situação do local e determina o que precisa de reparos para que a rodovia fique devidamente em ordem ao tráfego de todos os tipos de veículos. 

Isso pode abranger pavimentação, revestimentos, sistemas de drenagem, faixas de domínio, roçada, limpezas diversas e elementos de segurança, bem como analisar a situação de acessos, interligações, dispositivos e vias não pavimentadas.

O que determina o conceito de conservação rodoviária de rotina?

Basicamente o que determina o termo conservação rodoviária de rotina é um conjunto de operações periódicas que são feitas com único objetivo de preservar características técnicas e físico-operacionais do sistema rodoviário, sempre mantendo tudo dentro de padrões de tarefas estabelecidos. 

O serviço de conservação rodoviária de rotina tem por determinação proporcionar conforto e segurança a todos os usuários das vias, independentemente se os mesmos estiverem com motos, carros, caminhões leves e pesados. 

A estrutura das tarefas de conservação está direcionada para os aspectos físicos do sistema rodoviário, isso quer dizer que são aqueles aspectos diretamente ligados às condições da pista, dos tópicos mencionados no bloco anterior, além de também verificar as obras de artes-especiais.

Também podem incluir, caso a avaliação dos especialistas determinar, durante a conservação rodoviária de rotina, refazer ou reformar ou apenas aplicar manutenção nas faixas de domínio, sendo incorporada à manutenção toda a tarefa desempenhada, como roçada, aceiros, refilamentos, limpeza de cacimbas, limpeza e desobstrução de drenagens e etc.

No entanto, a fiscalização quanto à ocupação não se enquadra como conservação e é desempenhada por setor específico, mas a depender da empresa que cuida da rodovia, isso será especificado e os órgãos competentes serão acionados caso seja necessário fazer alguma manutenção.

As tarefas desempenhadas dentro das rodovias podem ser cinco, as mais comuns, são elas:

Tarefa de Conservação Corretiva e Rotineira

Este é o assunto deste texto e se trata do conjunto de operações que tem como objetivo reparar ou sanar um defeito ou restabelecer o funcionamento dos componentes da rodovia, propiciando conforto e segurança aos usuários, como explicamos detalhadamente nos tópicos anteriores.

Tarefa de Conservação Preventiva e Periódica 

Este outro serviço é um conjunto de atividades desempenhadas na conservação, realizadas periodicamente com o objetivo de evitar o surgimento ou o agravamento de defeitos; Trata-se de tarefas requeridas durante o ano, mas cuja frequência de execução depende do trânsito, topografia e clima. Tudo isso é estabelecido durante um planejamento daquela rodovia, feito pelos engenheiros responsáveis por aquela determinada área e pelos parâmetros de cada tipo de órgão fiscalizador.

Tarefa de Conservação de Emergência

Neste outro caso, estamos falando, como o próprio nome ja diz, causas emergenciais. 

Isso quer dizer que se trata de um conjunto de operações, que com o serviço ou obras necessárias para reparar, repor, reconstruir ou restaurar trechos ou estrutura da rodovia, que tenham sido seccionados, obstruídos ou danificados por eventos extraordinários, catastróficos ocasionando a interrupção do tráfego na via, ou elevado risco de acidente aos usuários. 

Restauração 

Esse tópico não pode ser confundido com a conservação. 

Quando se fala em restauração, trata-se de um conjunto de operações destinadas a restabelecer o perfeito funcionamento de um determinado bem avariado, e restabelecer na integra, suas características técnicas originais. Envolve um conjunto de ações destinadas a adaptar a rodovia, de uma forma permanente, às condições de tráfego, prologando seu período de vida.

Melhoramento da Rodovia

Já o melhoramento também se difere da conservação e restauração, pois trata-se apenas de um evento que irá melhorar fatos pontuais, como por exemplo, acrescentar detalhes à rodovia existente, características novas, ou modificam as caraterísticas existentes.

Por que é importante ter um planejamento de conservação rodoviária de rotina?

Todo serviço que vier a ser realizado, independente do segmento ou área de atuação requer um plano de como o mesmo será executado, principalmente no quesito segurança, quantos profissionais serão envolvidos no trabalho, quais tarefas serão concluídas e a ordem que elas deverão ser executadas, tudo para que a empresa consiga se organizar e executar as obras dentro de todas as normas de segurança e qualidade vigentes.

Por isso, é de extrema importância que todas as tarefas de conservação sejam conduzidas através de um planejamento e programação racional, sempre com o cunho de um especialista por trás. 

Nesse planejamento de conservação rodoviária de rotina deve conter: Primeiramente o atendimento às normas de segurança e a adoção de medidas, visando à otimização e redução dos custos dos serviços; A quantificação e precificação precisa dos serviços aliado à respectiva execução ao longo de toda a área; Execução da programação e controle dos serviços e, quando necessário, eventuais adequações, com objetivo de melhorar o desempenho, em termos de corpo de funcionários, equipamentos e materiais disponíveis. 

Onde encontrar empresa especializada em conservação rodoviária de rotina?

A Autem Engenharia é uma empresa genuinamente brasileira com mais de 50 anos de experiência no ramo da infraestrutura. A empresa investe em obras fundamentais para o desenvolvimento das regiões em que atua e para a melhoria da qualidade de vida da população. 

Sempre atuando através do planejamento, disciplina e inovações, promovendo grandes transformações nos métodos construtivos tradicionais. A Autem também desenvolve estudos, analisa situações, compara resultados, gerencia o trabalho e executa as obras, com a mais alta tecnologia do mercado e dentro dos mais rígidos padrões de segurança.

Quer uma empresa séria e que oferece qualidade no serviço de conservação rodoviária de rotina? Preencha o formulário abaixo e fale com nosso time de especialistas. 

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